A violência de gênero é uma questão urgente de saúde pública e justiça social. Os dados não são abstratos: são nomes, sonhos, lutas e ausências que doem.
4 mulheres assassinadas por dia em 2025. A taxa de feminicídio de mulheres negras é 2,3 vezes maior que a de mulheres brancas
135 transfeminicídios registrados pela ANTRA — o Brasil é o país mais letal para pessoas trans no mundo
56% das vítimas de violência sexual são meninas, com maior índice entre 10 e 14 anos
Fontes: RASEAM (2026); Mapa da Segurança Pública (20256); ANTRA
A região Norte de Minas Gerais registrou 13 feminicídios em 2025. Treze mulheres que tinham nomes, sonhos, famílias e direitos. Treze histórias interrompidas pela violência machista que ainda ceifa vidas no nosso território.
Cada uma dessas mortes é uma denúncia contra a omissão do Estado, a naturalização da violência de gênero e a cultura do silenciamento que permeia nossas cidades. Não se trata de casos isolados, mas de um padrão estrutural que exige respostas integradas e urgentes.
O FEMINORTE não se cala diante desses números. Articulamos em 12 municípios para que nenhuma mulher do Norte de Minas fique desprotegida. Exigimos:
A ampliação da rede de atendimento especializado em todos os municípios da região
O fortalecimento da Delegacia da Mulher em Montes Claros e a criação de delegacias nos demais polos
Investimento em políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência de gênero
Escuta qualificada e não revitimizadora para mulheres em situação de violência
A memória dessas 13 mulheres nos impulsiona a seguir lutando.
Se você está em risco, ligue 190 ou 180.