O FEMINORTE é uma articulação regional que reúne mulheres, movimentos sociais, organizações, instituições públicas e privadas e pessoas comprometidas com a defesa da vida e dos direitos das mulheres e meninas.
IV CORFIVIM realizada em novembro de 2023.
Representantes do FEMINORTE, IV CORFIVIM.
Breve histórico
O FEMINORTE surge em 24 de novembro de 2023, no contexto da IV CORFIVIM (Conferência Regional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres do Norte de Minas), organizada pela Rede de Enfrentamento à Violência contra Mulheres de Montes Claros (REVICOM). A conferência reuniu mais de mil mulheres de diversos municípios da região, após um processo preparatório que incluiu 39 pré-conferências realizadas em cidades do Norte de Minas, ampliando o debate sobre os limites dos serviços existentes e a necessidade de sua expansão.
Nesse cenário de articulação regional, o FEMINORTE foi criado como um espaço permanente de organização coletiva, voltado à proposição de políticas públicas, formação, monitoramento e mobilização no enfrentamento a todas as formas de violência contra as mulheres. Sua estrutura inicial buscou garantir representatividade territorial e social, com participação de integrantes do poder público e da sociedade civil de cada município, respeitando a diversidade local, inclusive de grupos não formalizados juridicamente.
Organizado em polos regionais — como Serra Geral, Montes Claros, Bocaiúva, São Romão, Buritizeiro, Januária e Pirapora — o FEMINORTE abrange diversos municípios do Norte de Minas, consolidando-se como uma importante rede de articulação feminista e institucional na região.
Fortalecer a luta das mulheres e meninas do Norte de Minas pela vida, autonomia, igualdade e justiça social, articulando ações de enfrentamento à violência, formação política, incidência nas políticas públicas e defesa de direitos.
Solidariedade, coletividade e sororidade.
Respeito à diversidade de identidades, gerações, territórios, etnias e crenças
Enfrentamento a todas as formas de opressão, racismo, machismo e LGBTQIAPN+fobia.
Cuidado, escuta e ética feminista.
Transparência, democracia e compromisso com a transformação social.